|
EVOLUÇÃO DA FLEXO TAMBOR CENTRAL BANDA ESTREITA
Uma das grandes conquistas para o setor flexográfico foi a evolução da qualidade dos trabalhos realizados pela Flexo Tambor Central no segmento de rótulos.
No passado, quando se falava em rótulos, a primeira máquina que vinha a cabeça era a máquina modular; a máquina tambor central até então era voltada ao ramo de etiquetas e não o de rótulos adesivos.
Porém, este paradigma foi quebrado, quando foram aplicados à máquina tambor central os conceitos da máquina modular.
Sabemos que a qualidade do trabalho a ser realizado está no uso de bons clichês, no uso de anilox cerâmicos com lâminas raspadoras, utilizar boas marcas de tintas, na qualidade dos equipamentos flexográficos e em um profissional que conheça todos os recursos que a flexografia possibilita.
- Anilox cerâmicos;
- Lâminas raspadoras (Doctor Blade);
- Sistemas de rotação de anilox com a máquina parada;
- Afastamento pneumático do conjunto impressor;
- Alinhador de borda;
- Controle de tensão (célula de carga);
- Cold stamping;
- Hot stamping;
- Sistema de laminação com cola;
- Laminação U.V.;
- Cabeçote com secagem U.V.
Hoje se consegue a mesma qualidade da modular nas máquinas tambor central; o único diferencial é com respeito à velocidade dos trabalhos a serem realizados, onde a velocidade média das máquinas modulares é de 60 a 70 m/min e nas máquinas de tambor central a velocidade média é de 35 a 40 m/min para trabalhos em cromia de alta qualidade.
Tudo isso falando de máquinas de tambor central normais, mas existem hoje no mercado máquinas com melhor eficiência de secagem, em que se trabalha com média de velocidade igual a modular.
A grande vantagem é que para pequenas tiragens a máquina de tambor central é recomendada pela pequena perda de material para acerto e na troca de bobinas, com a garantia de 100% de registro durante os trabalhos realizados, pelo fato de serem todas as cores sobre o mesmo padrão, o que permite trabalhar com outros materiais flexíveis, sem problemas de registro.
Um outro diferencial hoje é com respeito ao sistema de secagem nas máquinas modulares. Pode ser colocado sistema de secagem U.V. entre cores, seguindo uma tendência mundial, e nas máquinas tambor Central o normal é secagem com ar quente, mas já existem estudos e acredito que em um futuro breve, as máquinas de tambor central também aplicarão este recurso. Hoje, o alto custo dos equipamentos U.V. é a barreira para o desenvolvimento desta secagem, que permite melhor qualidade e velocidade do impresso.
|
|